POLÍTICA

Jammal faz abaixo-assinado em prol da redução na taxa de iluminação

Gisele Barcelos
Publicado em 02/04/2022 às 18:36Atualizado em 18/12/2022 às 23:11
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A coleta de assinaturas teve início no centro da cidade e deverá percorrer diversos bairros (Foto/Divulgação)

Para cobrar redução na taxa de iluminação pública, o vereador Marcos Jammal (MDB) deu início neste fim de semana a movimento para coletar assinaturas e percorrerá pontos com grande fluxo de pessoas, a partir desta segunda-feira (4), em busca de adesões.

De acordo com o vereador, o abaixo-assinado é uma forma de chamar a atenção da população quanto ao valor alto cobrado e mobilizar as pessoas para tentar reduzir o valor e baixar o custo final da conta de energia para os contribuintes, sobretudo os mais carentes. “Nosso intuito é buscar uma forma mais justa e equilibrada de tarifação”, ressalta.

Conforme esclarece o parlamentar, Uberaba cobra a maior taxa de iluminação pública de Minas Gerais. Em Uberlândia, ele cita que o contribuinte que gasta 2.355 quilowatts de energia elétrica paga R$51,28 de taxa de iluminação pública. Já em Uberaba, um contribuinte que consome 2.741 quilowatts paga R$216,29 da mesma tarifa.

Embora a cobrança seja feita pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), o vereador argumenta que toda contribuição arrecadada vai para os cofres da Prefeitura de Uberaba, que é responsável por definir o índice de cobrança. Por isso, a movimentação em âmbito local. “Nossa intenção é recolher o máximo de assinaturas possível para sensibilizar o Governo Municipal a reduzir o valor cobrado para os uberabenses”, justifica.

Jammal já enviou um requerimento à Prefeitura no mês passado para solicitar estudos para a alteração da base de cálculo da contribuição de iluminação pública no município, mas ainda não houve retorno sobre o pedido.

No documento, o vereador afirmou que a disparidade nos valores ocorre porque há um decreto vigente em Uberaba desde 2008 que estabelece o cálculo da taxa de acordo com o que é gasto na conta de energia. Por isso, ele requereu que o decreto seja revogado e um novo seja elaborado, com uma forma mais justa de cobrança.

 

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