O próximo prefeito de Uberaba, a ser escolhido em outubro deste ano, deverá administrar em 2013, um orçamento da ordem de R$961.934.551,58, um pouco menor do que o aprovado pela Câmara, em dezembro do ano passado, para o exercício corrente (R$966.642.423,16). A estimativa de receitas e despesas para o primeiro ano da próxima administração municipal consta da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que entrou em tramitação anteontem, e tem que ser votada até o dia 10 de julho.
Ontem o texto foi distribuído a cada um dos 14 vereadores, sendo que o presidente da Comissão de Orçamento e Finanças da Casa, Samuel Pereira (PR) pretende, inicialmente, reunir-se com os demais integrantes do colegiado para então sentar-se com todos os colegas. Ele informa que já solicitou apoio técnico da área de contabilidade/finanças à presidência da Câmara para análise da matéria, e fará o mesmo à Secretaria de Governo.
A LDO, que é analisada a cada dois anos, faz parte do conjunto de peças orçamentárias do Município, que inclui o Plano Plurianual – que é votado de quatro em quatro anos –, e a Lei Orçamentária Anual. A LOA é analisada anualmente em dezembro, em dois turnos, e trata das receitas e despesas para o ano seguinte, enquanto a LDO destaca de maneira discriminadas as ações apresentadas no PPA.
Samuel lembra que as três peças orçamentárias devem estar em consonância. Para o republicano, o orçamento final a ser votado em dezembro deverá girar em torno de R$1 bilhão. “A LDO traz em seu bojo importantes projetos e ações para a cidade e temos que estar atentos ao conteúdo da peça. Tudo que votarmos agora terá um reflexo na LOA e também na execução de projetos ano que vem. Por isso peço o apoio dos colegas para nos debruçarmos sobre o texto, no sentido de garantir os benefícios para a comunidade”, defendeu.