Deputado Marcos Montes sugeriu ao empresário Hermany Andrade Júnior, o JJúnior, que não trate política como um negócio
O deputado federal Marcos Montes (PSD) sugeriu ontem ao empresário e presidente da Comissão Provisória do PSDC/Uberaba, Hermany Andrade Júnior, o JJúnior, que não trate política como um negócio, sob o risco de comprometer seu patrimônio pessoal. O parlamentar também fez menção a que o dirigente partidário amadureça no trato com o segmento. Na véspera, MM foi acusado por ele de ter provocado o racha na base aliada do governador Antonio Anastasia (PSDB) no Município, que hoje marchará com duas candidaturas: do seu correligionário Fahim Sawan – cujo nome foi lançado à revelia do tucanato mineiro – e de Antônio Lerin (PSB).
“O JJúnior, que é acostumado aos negócios, ainda precisa amadurecer no trato político. A política não pode ser feita a qualquer custo, tanto do ponto de vista de articulação quanto financeiro. Temos que construir um grupo político que possa dar à cidade um prefeito que tenha uma história de vida transparente e alicerçada nos princípios éticos e morais”, ensinou Marcos Montes, afirmando que o racha citado por ele tem muito mais a ver com a infiltração no grupo de pessoas e partidos que estão intimamente ligados com os anos negros que a cidade vem vivendo.
Segundo MM, essas pessoas sempre pensaram e exerceram a política visando aos interesses pessoais em detrimento do coletivo, “e ele [JJúnior] sabe muito bem o que estou dizendo”, disparou. Para Montes, porém, um dia o dirigente vai entender que não se pode tratar a política como um negócio.