Os secretários Emanuel Kappel (Trânsito e Transportes) e Cláudio Junqueira (Planejamento) cumprem agenda esta semana no interior de São Paulo, onde irão conhecer um projeto de controle eletrônico de estacionamento rotativo. A informação é do titular da Settrans, que revelou a jornalistas ontem que o município estuda outros sistemas e novas tecnologias para implantar na cidade, visando a melhorar a Área Azul. Ontem o estacionamento rotativo foi legalmente devolvido à Prefeitura, após a aprovação em plenário do Projeto 68/13 que revogou a Lei 11.319/11, que autorizou o município a celebrar o convênio com a Associação de Combate ao Câncer do Brasil Central (ACCBC) para operar, cobrar e fiscalizar a Área Azul. A própria entidade solicitou o fim da parceria, agora sacramentada pela Câmara, sendo que Kappel acompanhou a votação. Segundo ele, o Executivo está empenhado em ampliar e melhorar a tecnologia, a forma de controle, toda demanda com relação à Área Azul. Nesse estudo estão incluídos os parquímetros, que na gestão passada foram rejeitados pela Câmara, que à época comprou uma briga com o então prefeito Anderson Adauto (sem partido). “Vamos ver parquímetro e outros sistemas que estamos avaliando tecnicamente para favorecer o usuário”, informou Kappel, lembrando que o estacionamento rotativo está passando por uma avaliação total visando também a beneficiar o comércio da cidade e a democratizar as áreas centrais. Kappel também acompanhou a discussão em torno do Projeto de Lei 90/13, de autoria do Executivo, que prevê a criação dos cargos de ouvidor e corregedor, ambos com salários de R$3.748,69, no âmbito da Controladoria Geral e Secretaria de Trânsito, respectivamente, mas parar atuar junto à Guarda Municipal. A matéria tramita em caráter de urgência na Casa e veio a plenário na semana passada, mas os vereadores recusaram-se a votá-la sem tempo hábil para discutir. Após um entendimento com o líder governista, Tony Carlos (PMDB), o PL voltou ontem à pauta, mas foi retirado ante o debate intenso após apresentação de emendas ao texto. Uma delas, de autoria dos vereadores Afrânio Lara Resende (PP) e Cléber Cabeludo (PMDB), dispôs sobre as atribuições dos cargos, ao que Tony reagiu citando que a regulamentação das atividades é exclusiva do Executivo. Até quinta-feira, quando o PL voltará à votação, a Casa negociará com a Prefeitura o aproveitamento das sugestões.