A reação contrária da opinião pública levou o presidente da Câmara, Elmar Goulart, a determinar a suspensão do primeiro pregão
Depois de muita polêmica em torno da primeira licitação lançada pela Câmara para a aquisição do lanche servido aos vereadores e visitantes nos dias de sessão plenária, a casa publicou edital de novo pregão, dia 5 de junho, no órgão oficial do município, jornal Porta-Voz, edição nº 1.091, que circula on-line. Se anteriormente a Casa previa adquirir pães, bolos e roscas diversos, presunto, mussarela e salgados ao custo estimado de R$126 mil – que seriam colocados à mesa para servir à vontade –, agora vai comprar 18 lanches individuais por reunião. A reação contrária da opinião pública levou o presidente da Câmara, Elmar Goulart (PSL), a determinar a suspensão do primeiro pregão, o qual posteriormente o próprio vereador avaliou como errado. A expectativa agora é de que os gastos com o lanche não passem de R$20 mil por ano, disse. “Estamos procurando de forma harmônica e transparente mostrar à comunidade que respeitamos o erário”, acrescentou o socialista. Ao mês são realizadas oito sessões, ou seja, serão 144 kits a cada 30 dias e 1.728 por ano, já que a licitação prevê contrato de 12 meses entre o Legislativo e a empresa que irá fornecer os alimentos. De acordo com Elmar, duas empresas já sinalizaram interesse em participar do pregão presencial nº 021/2013 – pelo sistema de registro de preços. Os interessados devem se dirigir à praça Rui Barbosa, n° 250, centro, onde terão acesso ao edital completo. O credenciamento para participar do ato será realizado no dia 17 de junho, às 8h30, sendo a abertura oficial da sessão às 9h. De acordo com o diretor do Departamento de Licitação, Acinério dos Santos Mendonça, a vantagem principal deste sistema é que a administração pública não precisa empenhar aquela despesa, além de ser um procedimento mais ágil. “Além disso, como o contrato é por 12 meses, temos a vantagem da fixação do preço por este período”, explica.