Prefeitura não deverá retomar leilão de áreas públicas este ano. O município colocou 22 imóveis à venda no primeiro semestre, mas só a metade foi arrematada na época. As propriedades restantes devem ser ofertadas novamente ao mercado no próximo mandato.
Conforme o secretário municipal de Governo, Rodolfo Cecílio Turkinho, restam somente dois meses para o encerramento do atual exercício e agora começam os procedimentos para fechar as contas de 2016. Reforçando também que existe o recesso das festas de Natal e ano-novo, ele avalia que não haveria tempo hábil em 2016 para lançar o edital e realizar um novo leilão. Para o secretário, a abertura de um novo arremate para a venda dos 11 imóveis restantes deverá ficar para 2017, se ainda houver interesse do chefe do Executivo em vender as áreas públicas para incrementar a arrecadação municipal.
A estimativa inicial era arrecadar R$6,5 milhões com o leilão de 22 áreas públicas em junho, mas a Prefeitura conseguiu apenas R$667 mil com a alienação de 11 imóveis. A maior parte da receita era esperada com a venda de um terreno de 31.500 metros quadrados na avenida Nossa Senhora do Desterro, o item mais caro do leilão com lance inicial de R$4,9 milhões. No entanto, a área não foi arrematada no processo.