Osmar Terra também disse que novos pentes-finos serão feitos nos programas sociais, a fim de coibir irregularidades e sanar as que ainda possam existir
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Em sua primeira entrevista após ser anunciado como ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB-RS) garantiu que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) vai cumprir a promessa de campanha e pagar o 13º para o Bolsa Família. O ministério vai reunir as pastas de Desenvolvimento Social, Esporte e Cultura e também parte do acolhimento a dependentes da Secretaria de Drogas.
Osmar Terra também disse que novos pentes-finos serão feitos nos programas sociais, a fim de coibir irregularidades e sanar as que ainda possam existir, além de liberar recursos para o pagamento de mais benefícios a quem realmente precisa. Aliás, enquanto ministro do Desenvolvimento Social no governo Temer, Osmar Terra iniciou pente-fino no cadastro dos programas sociais.
O futuro ministro é deputado pelo MDB e foi reeleito em outubro. Ele disse que seu nome foi escolhido a partir de “um movimento das frentes parlamentares da assistência social, das pessoas com doenças raras, da primeira infância, dos deficientes, dos idosos”.
O Ministério da Cidadania estava sendo reivindicado pela bancada evangélica, sobretudo por Magno Malta (PR-ES), senador derrotado pelas urnas em outubro e que até agora está sem lugar no governo Bolsonaro. A indicação de Terra reforça o discurso do presidente eleito de compor ministérios com indicação de bancadas e não de partidos.
Osmar Terra assegurou que “todos os programas (sociais) vão continuar, agora com a possibilidade de ampliar e avançar em algumas áreas”. Inclusive, o Criança Feliz, que tem como patrona a primeira-dama Marcela Temer, também será mantido e ampliado. Ao ser questionado sobre a polêmica lei Rouanet, Osmar Terra se esquivou e disse que a questão ainda será estudada.
*Com informações do Estado de Minas