Carlos Alberto Godoy confirma não ter havido ainda nenhuma conversa, porém defende encontro antes do início dos trabalhos.
Liderança da oposição na Câmara Municipal ainda está indefinida. O democrata Itamar Ribeiro de Rezende, que esteve na função na última legislatura, diz que não tem vaidade e, portanto, acredita que não é preciso ser o líder na bancada para agir como oposição. “Minha conduta vai continuar da mesma maneira, sempre defendendo aquilo que acho correto”, afirma.
Entretanto, o parlamentar acredita que seu nome pode ser indicado pelos colegas da oposição por sua experiência. “Podem acabar me elegendo, pois estou há bastante tempo na CMU, mas prefiro deixar a decisão para o início de fevereiro. Assim que começar a chegar os projetos do prefeito, vamos nos reunir e avaliar como cada um quer agir. Só depois dessa conversa devemos ter o nome do líder”, afirma Itamar.
O vereador Carlos Alberto Godoy (PTB) confirma não ter havido ainda nenhuma conversa entre o grupo oposicionista, porém defende um encontro antes do início dos trabalhos. “Acredito que na última semana de janeiro devemos nos reunir, pois é essencial uma liderança no grupo. Não sei da disposição do vereador Itamar em continuar e nem se o Afrânio Lara deverá pleitear a função, pelo fato de estar na Mesa Diretora. Também ainda não conversei com o Ripposati. Temos bons nomes e a convicção que a oposição está bem representada”, observa.
Já o vereador João Gilberto Ripposati (PSDB) diz que não tem objeção a nenhum dos quatro nomes e defende, principalmente, a união do quarteto para que as ações da oposição ganhem força dentro da CMU, inclusive na briga pelas comissões permanentes.