POLÍTICA

Palmério reconhece que intervenção no PMDB divide opiniões na sigla

Signatário do pedido de intervenção, o reitor Marcelo Palmério encarou ontem com muita naturalidade, durante participação na Rádio JM

Daniela Brito
Publicado em 25/05/2012 às 01:01Atualizado em 19/12/2022 às 19:30
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Signatário do pedido de intervenção, o reitor Marcelo Palmério encarou ontem com muita naturalidade, durante participação no programa Linha Aberta, da Rádio JM 730kHz, a demora para a nomeação da comissão interventora pela Executiva Estadual do PMDB. Para ele, o comando estadual está querendo tomar as decisões sem nenhuma precipitação. “Há tempo para ser feita a nomeação”, disse o reitor.

Marcelo Palmério reafirmou que o pedido de intervenção foi baseado no quadro eleitoral que estava se delineando internamente para a disputa majoritária, se referindo à possível indicação do secretário de Governo, Rodrigo Mateus – sem densidade eleitoral nas pesquisas de intenção de votos -, em detrimento do deputado federal Paulo Piau. “O quadro que estava sendo montado não era o ideal para a cidade. O que houve foi um recurso a uma instância superior, que é a Executiva Estadual. Se houvesse algum problema nesta esfera partidária, o pedido seguiria para o comando nacional”, justificou o reitor, garantindo que o devido processo legal foi seguido para se confirmar a intervenção no PMDB.

Marcelo Palmério reconheceu ainda que o pedido dividiu a opinião dos membros do Diretório Municipal – lembrando que até o presidente, Eduardo Palmério, que também é filho dele, foi contra a intervenção. Porém, ele destacou que em qualquer tipo de assunto existem opiniões divergentes. “Isso faz parte do jogo democrático. Entendo que isso não prejudica nem as relações pessoais, nem o desempenho do partido, que espero que vença as eleições municipais em Uberaba”, afirmou.

O reitor também não acredita que a eleição municipal será plebiscitária, ou seja, que haverá um consenso em torno no nome do deputado Paulo Piau – visto que o parlamentar tem tido trânsito entre os partidos de oposição à atual administração municipal. Para ele, o peemedebista é um nome respeitado, pois vem se dedicando à vida pública desde a gestão do então prefeito Hugo Rodrigues da Cunha. “Ele vem construindo sua candidatura. Mas não é o único nome. Haverá uma disputa eleitoral saudável, pois as eleições municipais vão trazer à tona os problemas da cidade. Quem ganhar as eleições saberá o que a população espera do futuro do prefeito”, avaliou.

O reitor também se colocou à disposição para participar da discussão sobre a escolha dos nomes dos possíveis pré-candidatos a vice-prefeitos na chapa majoritária do PMDB. “Se me convidarem, não vou me furtar de participar deste debate”, destacou.

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