POLÍTICA

Para secretário, prontuário eletrônico é solução para o controle de plantões

Fahim Sawan (PMDB), defende que a implantação do prontuário eletrônico será a principal medida para aumentar a fiscalização nas unidades

Publicado em 30/03/2014 às 15:54Atualizado em 19/12/2022 às 08:25
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Em meio às apurações sobre irregularidades no pagamento de plantões a profissionais de saúde, o secretário municipal de Saúde, Fahim Sawan (PMDB), defende que a implantação do prontuário eletrônico será a principal medida para aumentar a fiscalização nas unidades e identificar funcionários que não estão cumprindo o horário de trabalho.   O peemedebista revela que a Secretaria de Administração tem um projeto para instalação do ponto eletrônico e até câmeras de vídeo nas unidades de saúde para controlar os horários de entrada e saída dos profissionais.   Mesmo assim, Sawan acredita que as ferramentas oferecidas no software da saúde serão mais eficientes para atingir o objetivo. Segundo ele, o sistema permitirá acompanhar em tempo real o trabalho de cada profissional, já que será necessário inserir as informações no prontuário eletrônico durante cada consulta. “Será possível até publicar num telão o que os plantonistas da UPA estão fazendo naquele momento e registrar quem está sem fazer atendimento ou mesmo ausente no dia. Assim, o povo vai fiscalizar”, salienta. As primeiras denúncias de profissionais que estariam recebendo plantões sem trabalhar nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) foram encaminhadas à Secretaria de Saúde em novembro, conforme Fahim. O titular da pasta informa que um processo interno de apuração foi aberto imediatamente e a situação comunicada ao prefeito Paulo Piau (PMDB). O caso agora segue em investigação por uma comissão especial instaurada esta semana.   Embora o trabalho ainda não tenha sido finalizado, o prefeito já determinou a demissão de dois funcionários ocupantes de cargos de confiança na UPA do Mirante. Um deles é o gerente da unidade, Maurício Moura, que é servidor de carreira e também ficará afastado sem remuneração do posto de origem até o encerramento da investigação. Paralelamente, as denúncias estão em análise no Ministério Público.

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