A avaliação é do prefeito Anderson Adauto (PMDB), após apresentá-lo ao vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP). A iniciativa adotada no município visa a reunir as instituições ...
Plano de Emergência Pluviométrica (PEP) pode servir de modelo para o Governo do Estado. A avaliação é do prefeito Anderson Adauto (PMDB), após apresentá-lo ao vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP). A iniciativa adotada no município visa a reunir as instituições em uma força-tarefa para ações de prevenção, resposta e recuperação em casos de catástrofes atmosféricas.
Ainda ontem ele assinou o documento com os integrantes da Frente de Combate às Enchentes. O PEP envolve a administração municipal por meio de diversas secretarias, além do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Defesa Civil, Guarda Municipal, climatologista Wanda Prata, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e Polícia Rodoviária Federal.
De acordo com o prefeito, a participação de todos os parceiros é importante para a população, principalmente no momento em que necessita de socorro. Segundo ele, o trabalho em conjunto não é fácil, especialmente no campo prático, mas as partes envolvidas conseguiram atingir o objetivo de apresentar um plano que serve de modelo para ser adotado em outras cidades.
Para o coordenador da Frente de Combate às Enchentes, coronel Antônio Souza Filho, a iniciativa foi construída por todas as forças envolvidas, numa junção de medidas para atender à população uberabense nas emergências pluviométricas. Quanto à simulação realizada na quinta-feira passada, ele assegura que o episódio se transformou em situação real em virtude das chuvas que caíram naquele dia. Ainda foi importante para correção de problemas e aperfeiçoamento das ações.
Durante a assinatura do PEP, o capitão Santiago, da Polícia Militar, explicou que todo o trabalho será dividido em quatro fases. A primeira é a verde, considerada preventiva, com ações de articulação dos órgãos de defesa civil, vistoria e reconhecimento dos locais de risco, monitoramento atmosférico, mapeamento das áreas de risco e criação de mecanismos de comunicação. A fase amarela é de preparação das equipes para atuação, com atualização constante do plano, preparação de pessoal e de logística, criação de mecanismos de limpeza de bocas-de-lobo e travamento de tampas de bueiros. Já a fase vermelha é de resposta, com a coordenação das ações de socorro, isolamento das áreas de sinistro, atendimento aos feridos, busca de desaparecidos e proteção de bens e serviços. A quarta e última, identificada pela cor branca, é a recuperativa, com avaliação dos danos, apoio aos desabrigados, assistência às famílias, articulação governamental e reorganização do ambiente.
Ainda na solenidade, AA reafirmou que até o fim do mês fará a entrega das primeiras casas no loteamento Gameleiras para 25 famílias que estão em maior situação de risco.