Em nota distribuída à imprensa ontem à tarde, a direção estadual do Partido da Mobilização Nacional (PMN) disse estar aguardando a manifestação da Justiça sobre as acusações de assédio sexual
Em nota distribuída à imprensa ontem à tarde, a direção estadual do Partido da Mobilização Nacional (PMN) disse estar aguardando a manifestação da Justiça sobre as acusações de assédio sexual e improbidade administrativa formuladas por servidores da Câmara de Uberaba contra o vereador Jorge Ferreira da Cruz Filho. Assinado pelo presidente da Legenda, deputado Walter Tosta, o comunicado assegura punição, caso seja comprovada a veracidade das denúncias.
Enfatizando que a presunção de inocência é um direito assegurado a todos os cidadãos, o presidente do PMN afirma que a legenda não compactua e repudia com veemência qualquer ação criminosa cometida por filiado do partido, que gere constrangimento, intimidação e risco para homens e mulheres.
O Estado Democrático de Direito constitui, segundo a nota, defesa intransigente do Partido da Mobilização Nacional. Uma vez confirmadas as acusações, o PMN diz assumir o compromisso público com a população do Estado, e em especial a comunidade uberabense, de aplicar as medidas estatutárias previstas contra o vereador, que acarretariam na sua expulsão da sigla.
O deputado Walter Tosta encerra a nota afirmando que tal postura decorre da trajetória do Partido em não abrigar em seu quadro de filiados pessoas que infrinjam a lei, atentando contra a dignidade do ser humano e não apresentando o comportamento que a sociedade mineira exige de seus homens públicos.