POLÍTICA

PMU pressiona empresa a dobrar operários para terminar hospital

Com previsão de inaugurar Hospital Regional até o fim do ano, Prefeitura pressiona construtora Guia para dobrar o número de trabalhadores. Hoje, 110 funcionários trabalham na obra

Gisele Barcelos
Publicado em 11/07/2013 às 01:01Atualizado em 19/12/2022 às 12:04
Compartilhar

Com previsão de inaugurar Hospital Regional até o fim do ano, a Prefeitura pressiona construtora Guia para dobrar o número de trabalhadores na obra. Hoje, 110 funcionários trabalham na construção do prédio, mas a Secretaria Municipal de Infraestrutura está atuando junto às empreiteiras locais na tentativa de intermediar mão de obra e atingir 220 trabalhadores.   A construção do HR está em ritmo lento desde o início do ano, pois os prestadores de serviço terceirizados paralisaram atividades devido à falta de pagamento por parte da construtora. A situação foi contornada em maio e abril, mas em seguida as empreiteiras abandonaram a obra.    O engenheiro responsável pela fiscalização da obra, Manoel Barata, informa que o canteiro funcionou por uma semana em junho com apenas 26 trabalhadores. “Houve empresas que não estavam executando o serviço direito e os contratos foram rescindidos. A equipe já foi substituída e estamos com 110 pessoas e ainda contratando”, salienta.   Já o secretário municipal de Infraestrutura, Roberto Indaiá, explica que acordo já foi firmado entre a Prefeitura e os representantes da construtora responsável pela obra para a ampliação do quadro de trabalhadores.    De acordo com Indaiá, não houve cessão de servidores municipais para o serviço. Ele afirma que a pasta apenas fez a intermediação entre as empreiteiras e a construtora Guia, pois o atraso na construção foi justificado pela dificuldade para contratar mão de obra qualificada. “Fomos atrás de prestadores de serviço e indicamos o trabalho para fortalecer o quadro de pessoal. Vamos continuar com esse processo e estamos caminhando para chegar a 220 trabalhadores na obra”, conta.   Por causa dos impasses, o prazo para término do prédio foi adiado de março para agosto. No entanto, o secretário explica que a conclusão da obra só deverá acontecer em novembro. Segundo ele, tanto a Prefeitura quanto a empresa ganham com a agilidade no ritmo da construção. “O município está carente de leitos hospitalares. A construtora ganha por medição e estamos pagando em dia. Se ela executa mais serviços e é mais ágil, com certeza, ao fazermos a medição, ela receberá mais”, finaliza.

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por