População pede a retirada de cavaletes eleitorais das ruas da cidade. Mesmo com autorização da legislação eleitoral, a população se posiciona contra a colocação de cavaletes publicitários, usados pelos candidatos, em passeios e canteiros centrais. Morador da avenida Odilon Fernandes disse que as peças publicitárias atrapalham a visão de motoristas, bem como a circulação de pedestres.
O uso dos cavaletes está gerando insatisfação a muitos. A Justiça Eleitoral já proibiu a colocação deste tipo de material em áreas ajardinadas, entretanto, a população acha pouco diante dos transtornos causados. “Moro da avenida Odilon Fernandes e as condições estão péssimas. Em toda extensão foram colocados cavaletes que estão atrapalhando a visibilidade dos motoristas, correndo o risco de acidentes. Estou incomodado com essa situação”, explica o técnico de informática Vitor Leoni do Nascimento.
Além disso, o morador ressalta ainda que os cavaletes atrapalham a circulação de pedestres, pois quando não são instalados em passeios, estão nos canteiros, que também é um local de circulação dos pedestres. “Esta situação é um absurdo, já fizemos reuniões no condomínio para discutir o assunto e escolher a medida a ser adotada. Onde eu moro existe uma curva bastante acentuada e, com os cavaletes, a visibilidade fica pior. Não tem condição! Se isso continuar, vou quebrar todos e colocar fogo!”, explica Vitor, ressaltando que já ligou nos partidos para que tomem uma providência o quanto antes.
De acordo com diretor do Departamento de Posturas, Renato Formiga, mesmo sendo um material que está atrapalhando, gerando transtornos aos pedestres, não é a Prefeitura que deve fiscalizar ou pedir a retirada destas peças publicitárias. “Esse não é um trabalho que compete à Posturas, e sim à Justiça Eleitoral. Mas acho que poderemos ver melhoras com a retirada dos cavaletes em áreas arborizadas”, explica Renato, sugerindo para que a população denuncie as irregularidades ao Ministério Público, pelos números 3316-5094 e/ou 3312-6371. Confira na página 6 desta edição as últimas decisões da Justiça sobre o assunto.