POLÍTICA

PR mineiro aguarda mudanças para definir rumo

O PR Minas está conversando com todos os partidos e alas para buscar o que é melhor para sua sobrevivência

Publicado em 03/07/2013 às 01:16Atualizado em 19/12/2022 às 12:12
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 O PR Minas está conversando com todos os partidos e alas para buscar o que é melhor para sua sobrevivência. A afirmação é do presidente estadual da sigla, deputado federal Aelton Freitas, ao ser questionado quanto ao caminho que os republicanos irão seguir nas eleições de 2014 no Estado. Atualmente o partido é base de sustentação do governo Antonio Anastasia (PSDB), cuja sucessão já movimenta o ninho tucano, que tem se reunido com aliados para chegar a um candidato ao Palácio Tiradentes. “A tendência e a vontade do PR é ficar como nas três últimas eleições: com o governo federal e o estadual, mas a candidatura a presidente de um grande mineiro que é o senador Aécio Neves (PSDB) coloca uma interrogação grande, porque a gente não sabe que caminho seguir até agora”, admite Aelton, ressaltando que, como dirigente partidário, é seu papel conversar com outras siglas e alas.   Ele observa, porém, que qualquer definição vai depender dos rumos que o país irá tomar, considerando as recentes discussões em torno do tema reforma política. O deputado já adianta que é contra a realização de um plebiscito, como defende a presidente Dilma Rousseff (PT). “Quando a gente precisa de consulta, vai ao médico; quando é questão jurídica, vai ao advogado; se é problema odontológico, vai ao dentista; política é com política”, aponta Aelton, que se diz favorável ao referendo.   No primeiro caso a população é consultada antes da criação da nova legislação, enquanto o referendo busca levantar a opinião da sociedade sobre determinada decisão política. É uma maneira de o cidadão ratificar ou não uma proposta de lei ou decisão do Estado. Para Aelton, o tema é complexo e a população pode se confundir. Além disso, o deputado avalia que a realização do plebiscito é o mesmo que faltar o respeito ou “atropelar” o Congresso.   “Não é por aí”, completa o presidente do PR, que reconhece, contudo, que as manifestações das últimas semanas estão pressionando a Câmara e Senado a votar propostas como a que classifica a corrupção como crime hediondo.

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