O prefeito Anderson Adauto defendeu ontem que a situação defina o nome à sua sucessão até 31 de março de 2012
O prefeito Anderson Adauto defendeu ontem que a situação defina o nome à sua sucessão até 31 de março de 2012, especialmente considerando que o grupo não tem um postulante natural. Se a proposta for acatada, o nome do candidato será levado às convenções partidárias (entre 10 e 30 de junho) apenas para ser homologado, garantindo com isso um tempo mais elástico para a população conhecê-lo. Para AA, é normal fazer essa escolha antes do previsto pela legislação eleitoral para trabalhar junto ao eleitorado.
Entre os sete prefeitáveis do grupo, três estão no PMDB, Paulo Piau, Rodrigo Mateus e Tony Carlos; dois no PR, Almir Silva (vereador) e Samir Cecílio Filho (presidente da Cohagra), e dois no PT, Adelmo Carneiro Leão (deputado estadual) e Marilda Ribeiro (ex-vereadora e coordenadora Municipal de Políticas Públicas para as Mulheres). Anderson espera que cada agremiação afunile para um nome até o fim deste ano ou início de 2012, definindo o candidato em março, que, em sua opinião, deve ser alguém com perfil de tomada de decisão.
Os prazos e critérios apontados por Anderson, entretanto, não estariam agradando a todos seus pares – entre os quais o deputado federal e presidente do PR, Aelton Freitas –, mas ele coloca que está preparado para outras propostas, que não as que gostaria. “Acho tudo razoável; levei aos três partidos, para que, se possível, sentem-se todos juntos e definam”, afirma AA, também notadamente consciente de que uma dessas legendas ficará fora da chapa.
Neste sentido, o prefeito defende que o partido seja contemplado de outras formas, para evitar o sentimento de exclusão, sob o risco de não haver mais compromisso com o grupo, o que ele pretende evitar. Anderson também aponta que cada sigla tem que conduzir o processo internamente e, especialmente em relação ao PT e ao PR, garante que vão decidir de forma soberana, “não interfiro.”