Pré-candidato do PDT, Roberto Velludo, admite que a presença de Kaká no grupo é importante, mas ele está livre para decidir (Foto/Jairo Chagas)
Grupo de oposição não depende da presença de Kaká Carneiro (Cidadania) para existir. A afirmação é do pré-candidato do PDT, Roberto Velludo, que posicionou em entrevista à Rádio JM ontem que o grupo está consolidado e não há condicionantes para caminharem juntos.
Velludo afirma que a aliança entre os nomes da oposição surgiu pelas articulações entre o PDT, PSDB e o Pros. Segundo o pré-candidato do PDT, nenhuma condição foi colocada para formatar a aliança entre as três siglas representadas por ele mesmo, Regiane Isidoro, Thiago Tiveron e Wagner Júnior. "O grupo nasceu dessas pessoas. Estamos em acordo [...]. O grupo do jeito que está não tem condicionantes", posiciona.
Questionado, Velludo minimizou a cobrança de Kaká sobre os cargos que o PSDB ainda tem no governo municipal e disse que não há dúvidas que todos os partidos da aliança estão alinhados na ala de oposição. Segundo ele, várias lideranças já tiveram envolvimento na administração, mas isso não pode desabonar nomes. "Se for olhar passado de cada um, não cria grupo", declara.
Além disso, o pré-candidato do PDT também assegurou que não há objeção no grupo ao nome de Thiago Mariscal e a intenção é trazer o pré-candidato do PSC para fortalecer a aliança da oposição. "É uma condicionante nossa o Mariscal estar com a gente", disse.
Na entrevista, Velludo ainda declarou que Kaká foi o último a chegar no grupo e tem liberdade para decidir sobre a permanência ou não. "Não temos dificuldade de composição e de relacionamento [entre nós três]. O Kaká se quiser continuar no grupo é de extrema importância. Se não quiser, estaremos caminhando nós três e abertos a outras pessoas e partidos", declara.