POLÍTICA

Prefeito desmente falta de agentes de zoonoses no combate à dengue

Falta de agentes de zoonoses é desmentida pelo prefeito Anderson Adauto (PMDB) e pelo secretário de Saúde Valdemar Hial

Daniela Brito
Publicado em 03/12/2011 às 01:04Atualizado em 19/12/2022 às 21:10
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Falta de agentes de zoonoses é desmentida pelo prefeito Anderson Adauto (PMDB) que ontem, ao lado do secretário de Sáude, Valdemar Hial, apresentou os números das ações desenvolvidas para o controle da dengue no Município. A apresentação é uma resposta ao vereador Chiquinho da Zoonoses (PR) por ter denunciado que das 173 áreas que devem ser controladas na cidade, 38 não estariam sendo monitoradas por ausência de mão de obra.

De acordo com o prefeito, a Administração Municipal está preparada para combater as infestações do mosquito Aedes aegypt. “Não tenho nada a esconder. Enfrentamos o problema todos os anos, por isso, não posso omitir ao ser questionado por este vereador, até porque ele tem conhecimento do nosso trabalho”, afirmou.

Conforme Valdemar Hial, o número de agentes está dentro do preconizado pelo Ministério da Saúde. Além disso, nenhuma área está descoberta no Município. “Todas as residências são visitadas”, assegura. Segundo ele, a pasta trabalha com uma força-tarefa no combate à dengue. “É como se fosse uma guerra onde cada agente é um soldado”, garante o secretário.

De acordo com o diretor do departamento de Controle de Zoonoses, André Ribeiro, o órgão federal exige um profissional atuando a cada mil residências. Em Uberaba, a SMS trabalha com o número de 141.192 imóveis – visto que nos apartamentos as visitas são exigidas para aqueles situados no primeiro andar. E para cumprir a exigência, conforme explica,  o Município deveria ter 141 agentes porém, são 173 contratados que, entre janeiro a novembro, realizaram 583.688 visitas. Além disso, ele revela que um supervisor é responsável por cada grupo de dez agentes. “Eles acompanham todo o trabalho da equipe”, diz.

O Levantamento de Índice Rápido de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa) de outubro aponta que Município possui médio risco no índice de infestação do mosquito (1,4%) – o que significa estado de alerta. Porém, o resultado aponta áreas de alto risco que, segundo o diretor, estão recebendo ações mais intensivas para o combate à dengue.

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