Prefeituras têm prazo até 18 de abril para responderem os questionários com dados para a composição do Índice da Efetividade da Gestão Municipal (IEGM) referente a 2021. Esta será a primeira vez que a administração da prefeita Elisa Araújo (Solidariedade) passará pelo crivo do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O IEGM avalia sete áreas da gestão pública: Planejamento, Gestão Fiscal, Saúde, Meio Ambiente, Educação, Proteção das Cidades, Tecnologia da Informação e Sustentabilidade. Com os dados enviados pelos municípios, o Tribunal faz a classificação entre gestão Altamente Efetiva; Muito Efetiva; Efetiva; Em Fase de Adequação; Baixo Nível de Adequação.
Na avaliação referente ao último ano do governo do ex-prefeito Paulo Piau (MDB) em 2020, Uberaba manteve a classificação como cidade efetiva no geral. Na análise estratificada, a cidade apresentou recuo nas áreas de Educação e Saúde. Por outro lado, foi registrado avanço nos quesitos Gestão Fiscal, Defesa Civil e Governança em Tecnologia da Informação.
Quanto ao indicador referente à gestão municipal da Educação, Uberaba era classificada como efetiva em 2019 e passou a ser considerada como cidade em fase de adequação em 2020. Já na Saúde, o status caiu de muito efetivo para somente efetivo.
Por outro lado, Uberaba, que era considerada em fase de adequação na Gestão Fiscal em 2019, foi elevada à condição de cidade efetiva em 2020. Em relação à Defesa Civil e Governança em TI, a classificação do município passou de efetiva para muito efetiva no período analisado.