Fechando as discussões sobre a Região Metropolitana do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, o estudo de viabilidade do projeto foi encaminhado ontem
Fechando as discussões sobre a Região Metropolitana do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, o estudo de viabilidade do projeto foi encaminhado ontem para análise da Superintendência de Planejamento e Apoio ao Desenvolvimento Regional do governo de Minas. A pasta vai emitir um parecer sobre a proposta em tramitação na Assembleia Legislativa. Autora do projeto de lei que cria a Região Metropolitana, a deputada estadual Liza Prado (Pros) explica que a Comissão de Legislação e Justiça da Assembleia já está avaliando a matéria e abriu uma diligência solicitando parecer técnico à Superintendência de Planejamento. Vencida esta etapa, a proposta poderá ser inserida na pauta para a votação em plenário. Presente em Uberaba para a última rodada de debate sobre a região metropolitana ontem, o superintendente de Planejamento e Apoio Regional, Wesley Cantelmo, recebeu em mãos o estudo de viabilidade desenvolvido pela UFU (Universidade Federal de Uberlândia). Ele adianta que estará focado na análise do documento a partir de agora. “Acredito que dentro de 15 dias eu já consiga emitir o parecer [para enviar à Assembleia]”, pondera. O técnico preferiu não antecipar o resultado da análise até aprofundar a leitura do estudo de viabilidade da Região Metropolitana. No entanto, avaliou que o grupo de trabalho realizou o fundamental para a consolidação da proposta e já conseguiu uma ampla articulação política em torno da matéria. A expectativa dos defensores do projeto é a votação da Região Metropolitana ainda no primeiro semestre deste ano. O objetivo da reunião ontem seria assegurar a adesão dos deputados à proposta e apresentar os argumentos para redução de 66 para 16 municípios na metrópole. Entretanto, dos 12 representantes do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, apenas dois parlamentares com base eleitoral em Uberaba compareceram ao event Adelmo Carneiro Leão (PT) e Tony Carlos (PMDB). Sobre as ausências, o prefeito Paulo Piau (PMDB) afirma que há dificuldade em conciliar os compromissos na agenda dos parlamentares, mas considera que os deputados presentes agora têm a missão de repassar a mensagem aos demais.