Técnicos da Câmara e da Prefeitura sentaram-se ontem para dar início à análise quanto à legalidade ou não do repasse de cerca de R$2,7 milhões a título de duodécimo referente ao exercício de 2012, que não foram depositados pela administração passada.
De um lado o presidente da Casa, vereador Elmar Goulart (PSL), dá como certo que o dinheiro pode ser repassado, pois foi empenhado. Já o prefeito Paulo Piau (PMDB) disse à imprensa que lhe falta amparo legal para o ato. Na reunião de ontem, o procurador do Município, Paulo Leonardo Vilela, solicitou à Câmara e já levou uma série de documentos contábeis que serão analisados até a semana que vem, quando haverá nova rodada de negociação. Com ele voltarão a sentar-se, na terça-feira, dia 11, o diretor-geral do Legislativo, Paulo Martinelli, e seus colegas de Casa, a controladora-geral Rosângela Alkimim, o procurador Rodrigo Souto e o diretor de Gestão Contábil e Orçamentária, Iomar Ribeiro Policarpo.