Foi por pouco, mas passou pelo crivo dos vereadores o Projeto de Lei (PL) 133/2018, que dispõe sobre o uso do nome afetivo nos cadastros das instituições escolares, de saúde, cultura e lazer para crianças e adolescentes que estejam sob guarda de família adotiva em Uberaba.
De autoria do vereador Alan Carlos (PEN), a matéria recebeu o voto de seis vereadores, durante a realização da primeira reunião ordinária do mês de junho. Mas a chamada bancada cristã, formada por evangélicos e católicos, por pouco não conseguiu barrar a matéria, com a justificativa de que, ao invés do nome afetivo, poderia ser usado o nome social.
Foram contrários ao projeto os vereadores Ronaldo Amâncio (PTB) e Fernando Mendes (PTB), que são evangélicos, e Rubério Santos (MDB) e Agnaldo Silva (PSD), católicos. Também votou contra o PL Denise Max (PR), que alegou não ter entendido o teor da proposição.