A última sessão do mês, hoje, vai começar mais cedo, às 13h. Este é o resultado do compromisso firmado ontem em plenário
A última sessão do mês, hoje, vai começar mais cedo, às 13h. Este é o resultado do compromisso firmado ontem em plenário pelos vereadores para conseguir cumprir a pauta do dia, que terá de homenagens a projetos. A discussão em torno do tema foi levantada pelo presidente da Câmara, vereador Elmar Goulart (PSL), que propôs aos colegas a inclusão das proposições, mesmo sendo a sessão dedicada a requerimentos, ou a realização de extraordinária na semana que vem. Isto porque, segundo Elmar, muitos projetos em tramitação aguardam para ser votados e “outros cerca de 20 devem entrar hoje”. Segundo levantamento feito pela Assessoria de Comunicação da Câmara para o Jornal da Manhã, atualmente 34 matérias estão tramitando na Casa, sendo 18 do Executivo e 16 do Legislativo. A maioria dos vereadores optou por começar a sessão mais cedo, embora muitos deles sequer cheguem no horário regimental das 14h. Luiz Dutra (PDT) chamou a atenção para o número de “tribunas livres” nos dias de requerimento, que, segundo ele, “está roubando ou tirando o tempo do vereador”. Para ele, as homenagens e participações em plenário devem ocorrer em outro horário. Ontem, os vereadores votaram e aprovaram cinco projetos, um deles, o PL 121/13, que autoriza o município a abrir crédito adicional para fazer uso de R$121 mil visando à implantação do Projeto de Trabalho Social do Programa Minha Casa Minha Vida. O texto prevê a contratação por licitação de psicólogo, assistente social e de uma pessoa com ensino médio completo para atuar no Jardim Copacabana. Quando veio a plenário da primeira vez, foi alvo de um pedido de vistas do vereador Cléber Cabeludo (PMDB). Ele avaliou como estranha a forma de contratação, mas o Executivo assegurou que haverá ampla publicidade do ato. A Câmara também aprovou o Projeto de Resolução 38/2013, de autoria do segundo-secretário da Mesa Diretora, China (PSL), o qual estabelece que a criação de cargos públicos na estrutura administrativa do Legislativo e Executivo deverá contar com maioria absoluta dos votos dos vereadores. Na prática, significa que dos 14 vereadores, no mínimo oito têm que aprovar a proposta. “Minha intenção foi fortalecer a Casa, os vereadores”, justificou China.