Através da nota, a Pasta admite que existe uma pequena quantidade de material recolhida para análise e pesagem
Em que pese os vereadores terem afirmado em plenário que uma nova incineração, desta vez de cerca de 500 quilos de medicamentos, está prestes a ser realizada pela Secretaria Municipal Saúde, vem da assessoria de imprensa da Pasta nota oficial negando qualquer ação nesse sentido. Tratando de “infundadas” as denúncias que chegaram até a Câmara e que provocaram uma reunião ontem na SMS, o texto diz ainda que não foi concluído relatório com as quantidades de material para descarte e que qualquer procedimento neste sentido será comunicado com antecedência à Casa e demais órgãos competentes, além de ser publicado no Porta-Voz para dar ciência à população.
Através da nota, porém, a Pasta admite que existe uma pequena quantidade de material recolhida para análise, pesagem e possivelmente descarte, conforme apresentado aos vereadores ontem. O assessor jurídico da Secretaria de Saúde, Emerson Galvão, explica que a incineração é o procedimento adequado para o descarte de medicamentos e insumos inservíveis, não apenas quando o prazo de validade expira, mas também quando há determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para recolhimento. Por isso, a medida obedece aos critérios legais e pode ocorrer sempre que houver necessidade, mas como última alternativa, diz.
Além disso, o assessor ressalta que conforme se aproxima a data de vencimento, é realizado um trabalho na tentativa de trocar os remédios e insumos com outros municípios ou mesmo doar os itens para hospitais interessados. Atualmente está sendo negociada a troca de alguns itens junto aos fornecedores, completa.