POLÍTICA

Tony pede à Cemig a permanência dos portos de areia às margens do rio Grande

Deputado Tony com o diretor de Geração e Transmissão da companhia, Luiz Henrique de Castro Carvalho, quando abordou a questão das empresas de extração de areia

Renata Gomide
Publicado em 27/03/2014 às 10:24Atualizado em 19/12/2022 às 08:27
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A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) deverá fazer uma análise jurídica sobre demanda apresentada pelo deputado estadual Tony Carlos (PMDB), relacionada às empresas extratoras de areia, localizadas em áreas de reserva da Usina de Volta Grande, no rio Grande, em Uberaba. Segundo o parlamentar, a Cemig vem propondo ações de reintegração de posse de espaços que há aproximadamente 30 anos foram arrendados através de contrato, com autorização para a extração do minério.

Ontem, Tony Carlos se reuniu com o diretor de Geração e Transmissão da companhia, Luiz Henrique de Castro Carvalho, a quem entregou o ofício 054/14, através do qual solicita uma solução favorável à situação. “A Cemig vai analisar e responder formalmente, porque nesse momento não pode emitir juízo de valor sem antes ouvir o seu jurídico”, informa o deputado.

De acordo com ele, a construção civil na região é abastecida com areia extraída do local, onde estão sete empresas do ramo. Nesse sentido, ele pergunta como ficará o setor, se efetivamente esses portos forem fechados. Conforme Tony, há cerca de três anos o Ministério Público Federal pleiteou em ação civil pública que a Cemig fosse responsabilizada por danos ao meio ambiente na área da reserva da usina, o que motivou a companhia a ingressar na Justiça com ação de reintegração de posse, atingindo as empresas extratoras. "Proponho o consenso”, defende Tony, para quem é perfeitamente possível conciliar os interesses de todos.

 

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