POLÍTICA

Vice-prefeito não acredita em prejuízo na Educação e Saúde

Apesar da perda de R$ 9 milhões nos cofres públicos durante o trimestre, o vice-prefeito Paulo Mesquita (PR) não acredita em prejuízo no atendimento...

Gisele Barcelos
Publicado em 03/08/2018 às 10:18Atualizado em 20/12/2022 às 13:08
Compartilhar

Apesar da perda de R$ 9 milhões nos cofres públicos durante o trimestre, o vice-prefeito Paulo Mesquita (PR) não acredita em prejuízo no atendimento das áreas de Educação e Saúde por causa do impacto da crise. Segundo Mesquita, os dois setores são prioridades para a administração e não sofrerão cortes representativos. No último contingenciamento realizado na Prefeitura, R$ 5,9 milhões foram bloqueados no orçamento, sendo cerca de R$ 400 mil da Saúde e R$ 785 mil da Educação.

O vice-prefeito salienta também que os recursos serão tirados da área de investimentos, incluindo reformas de unidades e também construções. Os projetos ainda não iniciados ficarão na gaveta por enquanto e as obras já iniciadas estão paradas até segunda ordem do prefeito, no entanto, Mesquita acredita que as melhorias poderão ser retomadas no segundo semestre. Entre as obras citadas por Mesquita para continuidade no próximo semestre está a recuperação asfáltica das ruas e avenidas da cidade. Licitação já está em fase final para compra da usina de asfalto própria da PMU.

Oposição. Em função dos cortes nos investimentos, inclusive em áreas como Educação e Saúde, oposição questiona a capacidade de gestão do prefeito Anderson Adauto (PMDB) e considera tardia a reação do governo municipal para equilibrar as finanças.

Segundo o presidente do PSDB em Uberaba, Luiz Cláudio Campos, no primeiro mandato, AA e o presidente Lula governaram sob um “céu de brigadeiro”, com condições econômicas muito favoráveis. “Agora é a prova de fogo”, sentencia. O líder tucano salienta que os resultados colhidos agora poderiam ter sido minimizados se a devida consideração tivesse sido dada à crise logo nos primeiros impactos, mas agentes políticos deram pouca importância ao alerta dos economistas.

Além disso, Campos pondera que a Prefeitura gastou demais em 2008 e está inclusive com as contas de publicidade em auditoria no Ministério Público porque o montante foi superior à média normal dos anos anteriores. “Se o controle fosse maior, o município teria mais superávit para aguentar esse período de recessão agora e não seria preciso cortes em áreas primordiais, como Educação, Saúde e até Infraestrutura”, acusa.

Assuntos Relacionados
Compartilhar

Nossos Apps

Redes Sociais

Razão Social

Rio Grande Artes Gráficas Ltda

CNPJ: 17.771.076/0001-83

JM Online© Copyright 2026Todos os direitos reservados.
Distribuído por
Publicado no
Desenvolvido por