CIDADE

Acesso precário ainda preocupa moradores do Residencial Palmeiras

Há três meses, as reivindicações do bairro foram destaque no Jornal da Manhã, mas até hoje muitos dos problemas ainda são motivos de reclamação

Letícia Morais
Publicado em 20/06/2016 às 08:00Atualizado em 16/12/2022 às 18:23
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Foto/Neto Talmeli

Muitos motoristas trafegam pela contramão na rua Jorge Dionísio de Paula, via em que também há necessidade de quebra-molas

Moradores do Residencial das Palmeiras continuam cobrando melhorias nos acessos de ligação entre o bairro e o Residencial Dom Eduardo. Em março deste ano, a equipe de reportagem do Jornal da Manhã esteve no Residencial Palmeiras e fez um levantamento das principais reivindicações dos moradores para repassá-las ao Poder Público. No entanto, três meses se passaram e pouca coisa mudou na avaliação dos que moram no local.

De acordo com o morador Luiz Carlos de Souza, a única mudança notável na região é com relação à Operação Tapa Buracos. Segundo ele, os buracos foram tampados, mas a massa asfáltica é muito fraca e logo outros buracos se abrem, especialmente na avenida Dona Maria de Santana Borges. “A reivindicação mais importante é em relação à avenida Raul Jardim. Nós não temos acesso e a população é obrigada a fazer contornos distantes e andar na contramão”, afirmou.

Moradores sugerem a construção de um retorno, parecido com o existente na avenida, para permitir que o motorista que sobe a avenida entre à esquerda para o bairro Dom Eduardo. “Nós não queremos que eles continuem a avenida; queremos que façam o acesso naquele pedaço. Para nós, isso é importante no momento. Essa não é uma obra difícil para a Prefeitura nos atender”, avalia Luiz Carlos.

Os moradores relataram ainda a importância da instalação de lombada nas ruas Jorge Dionísio de Paula e Miguel Pereira, onde ficam a entrada e a saída do bairro. “Os veículos trafegam aqui a mais de 100 quilômetros por hora, principalmente caminhões e motociclistas. Se tivesse lombada, eles andariam mais devagar ou então procurariam outra avenida”, opina o empresário e morador da região, João Batista Oliveira Maia.

Falta ônibus. Outro problema pontual que não foi resolvido, segundo moradores do bairro, é a falta de ônibus que circulem dentro do residencial. De acordo com uma empregada doméstica, os ônibus param na avenida e os usuários precisam percorrer o seu destino a pé. “Agora, com a implantação do BRT/Vetor, precisam colocar linhas para circularem dentro do bairro. Isso faz falta”, afirma a usuária, que preferiu não se identificar.

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