Protetoras procuraram a Superintendência de Bem-Estar Animal, mas foram informadas de que não havia vagas para casos emergenciais
(Foto/Divulgação)
Protetoras independentes de animais procuraram o Jornal da Manhã para relatar a situação de um cachorro ferido no Distrito Industrial 1, em Uberaba. Segundo elas, o animal apresentava um corte próximo ao rosto e sangramento após possivelmente ter sido atacado por outro animal. Inicialmente, não havia vaga disponível para atendimento emergencial pelo serviço municipal, mas, no início da noite desta quinta-feira (24), o cão foi encaminhado ao Hospital Veterinário da Uniube (HVU).
As protetoras informaram que acionaram a Superintendência de Bem-Estar Animal (SBEA) por WhatsApp e receberam como resposta que, naquele momento, não havia disponibilidade para atendimento emergencial. Também teriam sido informadas de que as solicitações seguem critérios de prioridade e complexidade e que não seria possível indicar uma previsão para o encaminhamento.
Questionada pelo JM, a Prefeitura informou que os atendimentos realizados por meio do convênio com o HVU seguem o fluxo estabelecido pela Portaria Interna nº 01/2025.
Segundo a SBEA, são considerados “os critérios técnicos, a ordem das demandas, a complexidade dos casos e a disponibilidade contratual”. A Prefeitura acrescentou que os encaminhamentos ocorrem conforme a prioridade de cada caso e a capacidade disponível no convênio.
No início da noite, as protetoras voltaram a procurar a reportagem e informaram que uma vaga havia sido disponibilizada. O cachorro foi encaminhado ao HVU e recebeu atendimento após solicitação da Superintendência de Bem-Estar Animal.