
Ao perceber os benefícios que a organização traz para o dia a dia, automaticamente as pessoas criam o desejo de serem mais organizadas (Foto/Reprodução)
Ter uma casa organizada vai muito além de manter tudo no lugar: é sobre praticidade, bem-estar e até qualidade de vida. As personal organizers Daiana Maria Alves e Gislaine Campos, que atuam em Uberaba, explicam que o trabalho delas ajuda a criar sistemas em casa que tornam o dia a dia mais leve e funcional, evitando estresse, brigas e perda de tempo procurando objetos.
Ao Pingo do J, elas explicam que algumas pessoas já têm o dom, mas para a maioria, é um hábito que se adquire. Para elas, ao perceber os benefícios que a organização traz para o dia a dia, automaticamente as pessoas criam o desejo de serem mais organizadas. Elas ressaltam que a organização deve ser funcional e não neurótica, e que serviços de manutenção periódica podem ajudar quem ainda não tem disciplina para manter o hábito.
As personal organizers destacam a diferença entre arrumação e organização, a primeira sendo temporário para deixar bonito e dar um jeito, já a segunda é funcional e planejada para o cotidiano. “Quando você passa por um processo de organização e vê os benefícios que ele traz para a tua vida, para o interior da sua casa, para o relacionamento interpessoal dentro da sua residência, automaticamente você começa a querer ser mais organizado. A gente cria os endereços para as coisas e, logicamente, elas devem voltar para o lugar”, ressalta Gislaine.
Além disso, Daiana explicou como o desapego também faz parte do processo de organização, que guardar objetos que não são usados há anos ou que não têm valor afetivo real prejudica a organização. A personal organizer destacou ser importante avaliar o uso e a utilidade de cada item, o que ajuda a manter o espaço funcional e a valorizar o que realmente importa.