Durante todo o dia de ontem o auditório Safira, da UFTM, foi palco do Fórum de Trabalho e Adoecimento
Foto/Neto Talmeli
Profissionais e estudantes debateram temas relacionados à saúde do trabalhador durante o dia de ontem na UFTM
Durante todo o dia de ontem o auditório Safira, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), foi palco do Fórum de Trabalho e Adoecimento. Foram debatidos temas relacionados à saúde do trabalhador. O evento foi promovido em parceria entre o curso de fisioterapia da UFTM e o Centro Regional de Referência em Saúde do Trabalhador de Uberaba (Cerest).
De acordo com a professora do curso de fisioterapia da UFTM, Isabel Walsh, durante todo o ano de 2016 foi realizado um trabalho com todos os profissionais da rede municipal de saúde a respeito dos agravos de notificação compulsória em saúde do trabalhador. “São doenças, um grupo de agravos que ocorrem em função do trabalho que o indivíduo realiza e que devem ser notificadas pelos profissionais da saúde. Isso para que a vigilância epidemiológica possa ter os dados do adoecimento no trabalho”, afirmou.
Conforme a professora, observa-se que essas notificações não acontecem, sendo que em diversas situações são subnotificadas, portanto, não é possível ter um dado real do número de trabalhadores adoecidos. “Esse fórum foi um complemento a toda capacitação, aberto à comunidade, aos profissionais e acadêmicos de saúde ou de outras áreas que estejam ligadas à saúde do trabalhador”, reforça.