Segundo o presidente da ABCZ, Luiz Cláudio, parceria, que tem início imediato, se apoia no grande rol de sindicatos de produtores
Presidente da Federação da Agricultura do Estado de Minas Gerais (Faemg), Roberto Simões participou de evento durante ExpoZebu e firmou parceria com a ABCZ. A visita foi realizada no fim de semana, quando foi firmada parceria para expandir o alcance do programa Pró-Genética para pequenos produtores mineiros.
Segundo o presidente da ABCZ, Luiz Cláudio Paranhos, a parceria, que tem início imediato, se apoia no grande rol de sindicatos de produtores agrupados pela Faemg para expandir ainda mais o programa de fomento pelo interior do Estado. A Federação atende a aproximadamente 400 sindicatos representativos de produtores rurais em Minas Gerais.
Roberto Simões enfatizou o caráter do Pró-Genética e sua função de possibilitar o acesso de pequenos pecuaristas a animais reprodutores de qualidade. “O Pró-Genética é vital para o crescimento da pecuária. E temos um imenso prazer de realizar esta parceria com a ABCZ, que é a fonte da boa genética para melhorar nossos rebanhos”, comemorou o presidente da Faemg. Só em Minas Gerais o Pró-Genética, que hoje tem atuação em sete Estados, atende a mais de 300 novos pecuaristas por ano, realizando eventos comerciais nos quais reprodutores de comprovada qualidade genética são repassados a pequenos pecuaristas a preços acessíveis.
O presidente do Sindicato Rural de Uberaba, Romeu Borges, que também estava presente na assinatura desta parceria, revela que estes acordos mostram a força de Uberaba no cenário nacional, na ponta do desenvolvimento do agronegócio. Além deste, Romeu também destaca outro compromisso estabelecido entre o sindicato, a Faemg e Confederação Nacional da Agricultura, por meio da presidente da entidade, senadora Kátia Abreu, para a construção do prédio fixo das entidades dentro do Parque Fernando Costa. “Não posso me esquecer também da regulamentação do Cadastro Ambiental Rural, que vai nos auxiliar e, principalmente, aqueles produtores que têm problemas com o Ministério Público, para que se consolide ainda mais o novo Código Florestal e retire a insegurança jurídica”, explica.