CIDADE

Falta de profissionais qualificados impede aumento de equipes de tapa-buracos

Rafaella Massa
Publicado em 02/09/2022 às 21:34Atualizado em 18/12/2022 às 14:25
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Foto/Divulgação

A falta de profissionais qualificados seria o principal impedimento para inserir novas equipes nas frentes do programa de recapeamento municipal ‘Tapa-Buraco’. Isso é o que pontuou o secretário de Serviços Urbanos e Obras, Anderson Passos, à Rádio JM, durante o programa Pingo do J.

De acordo com o chefe da pasta, atualmente duas frentes de trabalho atuam no recapeamento da cidade, por meio de uma empreiteira contratada para o serviço. “Ela [a empresa] só não tem ainda mais frentes porque, segundo relato dela própria, nós pedimos até mais equipes, mas eles não encontraram profissionais capacitados para compor outras equipes. Aí nós assinamos embaixo. Para não ter equipe que solucione o problema, uma equipe que não esteja tecnicamente capacitada, então é melhor não tê-la. Então, está no limite. A gente tem tentado todo dia cobrar pra que isso possa ser aumentado”, afirma.

Atualmente, essas equipes percorrem os bairros de Uberaba realizando o fechamento de buracos na via, junto de um trabalho integrado com a Codau e as demais secretarias. O último bairro em que o serviço foi realizado foi no Distrito Industrial III. “Fizemos recentemente lá no Distrito Industrial III, lá no final da avenida Filomena, um trabalho grande de recomposição, de tapa-buraco. Depois, foi feito pela secretaria de Defesa Social melhoria de sinalização. A Codau fez um mutirão também para ver a questão de canaletas para fazer a drenagem e a limpeza. Como eu disse, o resultado do serviço aparece melhor quando a gente concentra, faz um mutirão, faz uma zeladoria bem caprichada, mais completa. Essa parte do DI3, o mais agudo foi sanado”, explica.

Ainda, Anderson Passos explicou que os distritos precisam de um olhar mais atencioso com relação à qualidade do asfalto, que precisa ser ainda melhor do que o utilizado na cidade. Uma outra opção, porém mais cara, seria o recapeamento com concreto. “Esses locais industriais, o que os engenheiros dizem, é que em razão até do tamanho dos caminhões e das cargas que passam ali, esse movimento de rotação coloca no asfalto uma tração que o asfalto muitas vezes acaba não suportando. O que eles dizem é que o ideal seria aquelas avenidas de concreto para aguentar a tração”, conta.

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