Técnicos do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) terminaram na sexta-feira (12) o levantamento prévio das possíveis áreas de captação irregular de água no rio Uberaba. Os dados serão avaliados pela diretora-geral do órgão, Marília Carvalho de Melo, e, posteriormente, encaminhados nos próximos dias ao promotor de Justiça Carlos Valera, que atualmente é coordenador regional das Promotorias Públicas do Meio Ambiente das Bacias do Rio Grande e Baixo Rio Grande.
O levantamento tem como objetivo respaldar o inquérito civil aberto no mês passado, após denúncia do engenheiro Luiz Guaritá Neto, presidente do Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba (Codau). A autarquia identificou 29 pontos suspeitos de captação de água irregular após mapeamento realizado em Área de Preservação Ambiental (APA) do rio Uberaba.