
Motoristas enfrentam buracos cheios de água em várias vias; Prefeitura afirma que serviços paliativos já foram realizados e nova intervenção está prevista (Foto/Divulgação)
Buracos em várias vias da cidade têm sido motivo de reclamações frequentes de motoristas. Em imagens enviadas pelo WhatsApp do Jornal da Manhã, um motorista filmou vários buracos na avenida Orlando Rodrigues da Silva, no bairro Morumbi, que, com as chuvas, acumularam água e estariam prejudicando o trânsito. Questionada, a Secretaria de Serviços Urbanos e Obras (Sesurb) informou que a via recebeu, recentemente, um serviço de manutenção em pontos mais críticos.
Nas imagens, é possível observar a presença de vários buracos cheios d’água. “É um perigo andar por aqui, principalmente chovendo. Se não ver um buraco desse, pode acabar em um acidente feio”, afirma o motorista.
Vários bairros têm enfrentado problemas semelhantes. O Jornal da Manhã recebeu denúncias de buracos na avenida Getúlio Guaritá, na avenida Maria Rodrigues da Cunha Rezende e na rua Universo Barbosa Alvarenga, no bairro Elza Amuí IV.
Vale lembrar que, neste mês, a Prefeitura anunciou a ampliação da operação tapa-buraco em 17 bairros, começando pelo Jardim Itália. Nesta primeira etapa, serão atendidos 17 bairros considerados mais críticos: Jardim Belo Horizonte, Tita Resende, Parque São José, Jardim Elza Amuí I, II, III e IV, Cidade Nova, Paraíso, Mangueiras, Oneida Mendes I e II, Parque dos Buritis, Valim de Melo, Chica Ferreira, Aroeira e Jardim Itália.
Procurada pela reportagem, a Sesurb explicou que já tem conhecimento da situação na avenida Orlando Rodrigues da Silva, no bairro Morumbi, e que a via recebeu, recentemente, um serviço de manutenção em pontos mais críticos. “No entanto, demanda um serviço mais aprofundado de recuperação, uma vez que os danos identificados no asfalto estão relacionados à necessidade de tratamento de base da via”, informa em nota.
Segundo a pasta, esse tipo de intervenção requer condições climáticas adequadas, sendo recomendado que seja executado no período de estiagem, já que a execução do serviço durante chuvas pode agravar ainda mais o problema e comprometer a durabilidade da obra. Diante disso, a Sesurb avalia a execução de uma nova intervenção paliativa, com o objetivo de minimizar os transtornos assim que houver estiagem.