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Robert Boaventura diz que todas as unidades de saúde do Município contam com as doses da tríplice viral
Secretarias Estadual e Municipal de Saúde reforçam importância da imunização contra o sarampo. Apesar de a doença ser considerada interrompida no País, neste período de férias é preciso ter cuidado, garantir a imunização, pois estão sendo registrados casos de sarampo no exterior.
A circulação da doença no Brasil, desde o ano passado, foi considerada interrompida pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS). Os últimos casos da doença no País foram registrados em julho de 2015, em um surto no Ceará. Contudo, diante do aumento de casos, principalmente em países da Europa e da América do Norte, e do registro de dois casos importados em 2017 na Argentina, a eliminação do sarampo no Brasil encontra-se em risco.
A Secretaria Estadual de Saúde recomenda aos viajantes que estejam com o cartão de vacina em dia. A mesma orientação é repassada pela Secretaria Municipal de Saúde. De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica, Robert Boaventura, a vacina está disponível em todas as unidades de saúde e é gratuita.
O diretor destaca que a vacina contra o sarampo é a tríplice viral, que além desta doença protege também contra a rubéola e caxumba. A primeira dose é aplicada com 12 meses de idade, depois tem reforço com 15 meses. “Quem não tomou a vacina desta forma - é recomendado para aqueles que têm a idade até 29 anos - e já tomou uma dose, aplique o reforço. Para aqueles que possuem de 30 a 49 anos e já tomaram uma dose, não é preciso aplicar o reforço”, explica Robert.