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Preços dos combustíves podem subir com mudança do ICMS que entra em vigor em 2026

Novo valor de referência do imposto passa a valer em 1º de janeiro e impacta gasolina, etanol, diesel e gás de cozinha em todo o país.

Publicado em 01/01/2026 às 13:33
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 (Foto/Divulgação)

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A partir desta quinta-feira, 1º de janeiro de 2026, consumidores de Uberaba e de todo o Brasil podem encontrar preços mais altos nos combustíveis. Entra em vigor o novo valor de referência do ICMS cobrado por litro de gasolina, etanol e diesel, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

A decisão que reajusta o imposto foi publicada em 8 de setembro no Diário Oficial da União (DOU), após deliberação do Confaz, órgão que reúne os secretários de Fazenda dos estados e do Distrito Federal, sob coordenação do ministro da Fazenda.

Desde 2023, o ICMS sobre combustíveis deixou de ser definido individualmente por cada estado e passou a ter um valor de referência único em todo o país. Com isso, o Confaz se reúne periodicamente para estabelecer o montante a ser cobrado por litro. O último reajuste havia ocorrido em fevereiro de 2025.

Com a nova regra, o ICMS da gasolina terá aumento de R$ 0,10 por litro, passando para R$ 1,57. O mesmo valor será aplicado ao etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina. Já o diesel terá correção de R$ 0,05 por litro, chegando a R$ 1,17.

O reajuste também alcança o gás de cozinha. O ICMS por quilo passará de R$ 1,39 para R$ 1,47. Com isso, o imposto embutido em um botijão de 13 quilos terá acréscimo de R$ 1,05.

Segundo Vitor Sabag, da empresa Gasola, especializada em tecnologia para gestão e monitoramento do consumo de combustíveis, a tendência é de repasse do aumento ao consumidor final. “O preço é livre. Pode haver distribuidores que não queiram repassar a alta, mas não consigo imaginar um cenário em que uma revendedora receba um aumento de R$ 0,10 e não repasse aos consumidores na bomba”, afirmou em texto divulgado pela Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

Em nota, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Estado de Minas Gerais (Minaspetro) criticou o reajuste e lamentou “que os combustíveis sejam, mais uma vez, fonte da sanha arrecadatória do Estado brasileiro”.

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