O ano de 2016 ainda não acabou, mas já é considerado um dos mais difíceis para o brasileiro
O ano de 2016 ainda não acabou, mas já é considerado um dos mais difíceis para o brasileiro. Faltando menos de um mês para 2017, o presidente da CDL, Fúlvio Ferreira, fez análise de como o comércio em Uberaba reagiu às mudanças políticas e econômicas no país.
Na análise de Fúlvio, o comerciante apostou nas datas sazonais para conseguir alavancar as vendas, que caíram consideravelmente em 2016. “Foi um ano difícil e complicado para todos, mas os comerciantes também apostaram bastante nos ritos de passagem, que são aquelas datas esporádicas, quando há uma festa de quinze anos, um presente de casamento e uma formatura. Esses ritos, aliados às datas sazonais, foram os grandes alavancadores do comércio em Uberaba”, avalia o líder classista.
Para ele, o comerciante está se reinventando para fazer diferente e atrair o cliente. “Nós temos que fazer diferente, mudar a fachada da loja ou então o uniforme e fazer diferente. Por isto, os nossos parceiros Senac, Sesc, Sebrae e Sindicomércio têm nos ajudado bastante a criar novos conhecimentos para o comerciante, para que ele mude e se reinvente”, afirma Fúlvio, destacando que no próximo ano os empresários precisam apresentar novidades e inovações para os clientes. “Investimento não somente financeiro, mas um ano para dar uma sobrevida ao próprio comércio, para que ele [comércio] tenha sobrevida”, completa.
Vendas. Empresa de consultoria Serasa Experian divulgou indicador mostrando que o movimento de consumidores nas lojas do país durante o mês de novembro cresceu 1,2%, se comparado com o mês de outubro. Ainda de acordo com o indicador, no fim de semana em que houve a Black Friday, de 25 a 27 de novembro, atingiu-se um aumento de 11% na movimentação dos clientes em um comparativo com a mesma época do ano passado.