Falta de mão-de-obra trava crescimento da rede Super Maxi Supermercados na cidade. Prevista para ser inaugurada em dezembro, a terceira loja da rede, localizada no bairro Fabrício, continua de portas fechadas, apesar de estar completamente pronta por dentro. Já as obras na quarta loja, que deveriam começar a funcionar este mês no bairro Abadia, conforme cronograma inicial da empresa, segue em ritmo lento. De acordo com o gerente geral da rede na cidade, Gilmar José de Oliveira, o grupo encontra dificuldade para empregar funcionários com experiência nas áreas de padaria, hortifrutis e sessão de frios. “Até mesmo nas duas lojas já abertas temos feito o remanejamento de funcionários para adequar as funções. A colocação de profissionais tem nos tomado tempo e refletido no atraso na abertura das próximas lojas”, explica. Questionado se a chegada do Wal-Mart assustou e refletiu em baixa no movimento nos supermercados, Gilmar diz que, sem dúvida, o hipermercado tirou clientes das lojas, mas só nos dias próximos à inauguração. “Como toda novidade, chama a atenção e sentimos uma queda no volume de consumidores. Porém, são redes voltadas para públicos diferentes. O Wal-Mart compete com Carrefour e Bretas, que também são hipermercados. O Super Maxi é voltado ao consumidor de vizinhança e preza pela fidelidade do cliente”, analisa. Quanto à inauguração da loja no Fabrício, o gerente revela que está marcada para fevereiro, mas não está definido o dia exato. Já a do Abadia, não tem previsão para abertura. Nas duas lojas já em funcionamento, nos bairros Boa Vista e Estados Unidos, foram investidos cerca de R$ 800 mil e gerados mais de 120 empregos. Recrutamento. Os interessados em uma vaga no supermercado podem procurar o departamento de Recursos Humanos da rede, localizado na avenida General Osório, 850, com currículo em mãos. A nova loja no Fabrício deverá contar com pelo menos 50 funcionários.