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Saúde compra 160 mil remédios e insumos para as UPAs e o Samu

Secretaria de Saúde realizou compra de 160 mil medicamentos e materiais hospitalares para atender à demanda das UPAs e Samu

Geórgia Santos
Publicado em 02/10/2014 às 20:53Atualizado em 17/12/2022 às 03:25
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Secretaria de Saúde realizou compra de 160 mil medicamentos e materiais médicos hospitalares para atender à demanda das Unidades de Pronto-Atendimento e do Samu. A aquisição foi feita por meio de carta-convite. As homologações estão sendo publicadas no Porta-Voz, sendo que uma saiu na quarta-feira e a outra deverá ser publicada na próxima sexta-feira (3). A partir daí o processo se agiliza e a previsão para que sejam entregues é de até 10 dias.

O fato foi anunciado pelo vereador Kaká Se Liga, durante entrevista no programa “Linha Aberta”, da Rádio JM. Essa foi uma informação que conseguiu em uma conversa com o secretário de Saúde, Fahim Sawan. De acordo com a referência técnica da área farmacêutica da secretaria, Ana Vera Abdanur, estes são medicamentos usados por profissionais da saúde para atendimento de urgência e emergência. Não são os da farmácia básica, repassados para população. No caso desses remédios, são ampolas, e os materiais são luvas, seringas, agulhas, entre outros. Mas extremamente necessários para suprir as necessidades, evitando que o estoque fique vazio.

“Fizemos duas cartas-convites a partir de solicitação do prefeito Paulo Piau e do secretário. Uma maneira de comprar os medicamentos e materiais de forma mais rápida, sem ter de enfrentar o processo de licitação por concorrência, que demanda tempo maior. Percebemos que o estoque do almoxarifado está ficando reduzido e, por isso, decidimos fazer a aquisição destes produtos para que o usuário não fosse prejudicado”, explica Ana Vera.

Vale ressaltar que a necessidade de comprar novos produtos para suprir o estoque é relativa com o decorrer do ano. Se há alguma epidemia, quanto ao tempo, se está mais seco, se o inverno foi mais rigoroso, enfim, são variáveis que influenciam no surgimento de doenças e, por consequência, na prescrição médica. “Quando contratamos as empresas fornecedoras para o ano todo, realizamos uma previsão de possíveis faltas, mas a situação pode mudar no decorrer do período”, afirma a referência técnica. Ela lembra que o processo de licitação para contratação de empresas fornecedoras para o ano que vem já foi concluído, e neste momento está na fase de convocar as 23 vencedoras para assinatura de contrato, elas irão fornecer medicamentos para farmácia básica, UPAs, Samu e PSF.

Já com relação ao processo de carta-convite, para atender à demanda deste momento, segundo Ana Vera, um processo foi homologado na quarta-feira e o outro, provavelmente, na sexta-feira. Depois é preciso esperar que o empenho chegue ao fornecedor para que a entrega seja feita. “A expectativa é de que os medicamentos e materiais cheguem em um prazo de cinco a dez dias”, afirma.

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