Às margens da BR 262, existe uma espécie de trevo sem sinalização e asfalto e segundo os moradores, usado pela maioria de forma incorreta
Foto/Neto Talmeli
Trevo sem sinalização é usado de forma incorreta pelos motoristas que pretendem chegar ao bairro Relativamente novo, o Residencial Guilherme Borges de Oliveira nasceu de um loteamento localizado à margem da BR 262 sentido Uberaba/Belo Horizonte de propriedade da Loteadora Borges e Stacciarini Ltda. O Decreto é de agosto de 2010. De acordo com o documento o bairro possui 10.500 m² de área verde; 5.240m² de Área Equipamentos Comunitários e outros 32.814m² de Sistema Viário. A área possui pouco mais de 100 mil m² e conta com 267 lotes. O bairro está na abrangência do Cras do Residncial 2000 e atualmente de acordo com a Prefeitura, a população local é atendida pelas atividades oferecidas pelo CRAS e CEU das Artes. A unidade social acompanha através do serviço de proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) uma média 444 famílias mensalmente, e realiza aproximadamente 300 atendimentos individualizados/mês. Um dos trabalhos mais importantes é o Grupo de Fortalecimento de Vínculos de Jovens e Idosos. Apesar deste acompanhamento, os moradores cobram do poder público melhores condições de estrutura para o bairro que não conta sequer com uma área de lazer para atender as crianças daquela região. As vias de acesso ao bairro são precárias, mal sinalizadas colocando em risco a vida de quem pretende chegar até o local. Às margens da BR 262, existe uma espécie de trevo sem sinalização e asfalto e segundo os moradores, usado pela maioria de forma incorreta. Muitos transitam na contramão para ganhar acesso ao bairro de forma mais rápida. Apesar de ser um bairro pequeno, os moradores do Residencial Guilherme Borges sentem falta dos equipamentos prioritários presentes em muitos bairros recém-criados em Uberaba como mostram as reportagens deste especial.