
Marcos Gennari, diretor do Sinpro (Foto/Jairo Chagas/Arquivo JM)
Alguns professores da Faculdade de Talentos Humanos de Uberaba (Facthus) e do Centro de Ensino Superior de Uberaba (Cesube) relatam que estão com o salário de dezembro atrasado, além de pagamento de férias e 13º salário. De acordo com denúncia enviada à reportagem do Jornal da Manhã, as pendências deveriam ter sido quitadas no dia 26 de dezembro de 2022.
O Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro) conta que o Ecossistema Brasília Educacional, da UniBrasília, responsável pela gestão da Facthus e Cesube, está descumprindo as obrigações mínimas e elementares na relação empregador-empregado.
“O não pagamento do salário de dezembro, do 13º salário e o terço de férias que estão em atraso provocam danos diversos e desequilibram orçamentos, relações e até mesmo emoções dos que fazem jus a esse direito elementar. Todas as medidas jurídicas e dialógicas foram tomadas pelo Sindicato, que acompanha a par e passo essa situação de exploração e injustiça”, explana o diretor Marcos Gennari.
Após reunião com alguns profissionais da instituição, nesta quinta-feira (19), o líder sindical também informou que foi encaminhada denúncia ao Ministério do Trabalho sobre o INSS que é descontado do professor e não recolhido à Receita, além do não pagamento do FGTS relativo aos proventos. “Para além das questões judiciais que estão encaminhadas, resolvemos ampliar a divulgação do desrespeito da UniBrasília com seus professores pelo não pagamento do salário de dezembro/2022, 13º salário/2022 e o 1/3 de férias que deveria ter sido pago em 26 de dezembro de 2022”, finaliza.
A reportagem do Jornal da Manhã entrou em contato com a UniBrasília mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.