Levantamento do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Uberaba) revela que o número de consumidores uberabenses registrados na lista de inadimplentes sofreu uma queda de 23,15% nos primeiros seis meses de 2017. O resultado, obtido em parceria com a Aciu, revela uma melhora na economia, pois no mesmo período de 2016 o serviço registrou um crescimento de 15,15% dos inadimplentes no município.
De acordo com o presidente da CDL, Fúlvio Ferreira, no primeiro semestre deste ano o volume de consultas registrou crescimento de 9,21%. O dirigente explica que trata-se de um indicador mensal de vendas extraído com base nos dados de consultas do SPC Brasil. Segundo ele, o indicador serve como balizador mensal das vendas realizadas no comércio, ou seja, é um termômetro que mede o desempenho do varejo de sua localidade.
Por outro lado, conforme o levantamento mais recente, o percentual de registros novos incluídos na lista de devedores do banco de dados, considerando o acumulado de janeiro a junho, teve uma redução de 23,15%. “Apesar de todas as dificuldades, de todo o trâmite negativo da política brasileira, ainda que muito tímida, a economia deu sinais de melhoria no primeiro semestre deste ano. Precisamos lembrar que o ano passado foi muito ruim e bastante fraco em vendas. Isso demonstra que tivemos uma melhora significativa. Trata-se do início de uma recuperação financeira para Uberaba”, avalia Fúlvio Ferreira.
Comparando o mês de junho de 2017 com o mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 6,46% nas consultas, enquanto os registros de novos inadimplentes caíram 30,21%. Na avaliação do presidente Fúlvio Ferreira, isso representa importante resultado para a economia da cidade. “Podemos destacar que os registros diminuíram bastante. O número de pessoas que não pagavam suas contas e tinham os nomes registrados junto ao SPC foi mais de 23% menor do que no mesmo período do ano passado. Isso significa que as famílias estão mais organizadas financeiramente e que os recursos oriundos do FGTS inativo fizeram grande diferença na economia e, especialmente, na vida do comércio local”, ressalta o dirigente.