CIDADE

Sujeira e mato em terrenos baldios aumentam a proliferação de animais

Sujeira em área que margeia a rua José Rodrigues da Cunha, antiga 28, do Jardim Primavera gera insatisfação de moradores

Geórgia Santos
Publicado em 07/12/2015 às 08:25Atualizado em 16/12/2022 às 21:00
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Foto/Neto Talmeli

Antiga rua 28 é um dos pontos onde se joga restos de animais mortos e até mesmo entulhos de construção

Sujeira em área que margeia a rua José Rodrigues da Cunha, antiga 28, do Jardim Primavera gera insatisfação de moradores. Apesar de estar cercado, o terreno que provavelmente é particular, vive repleto de lixo e segundo os próprios moradores, pessoas do próprio bairro e também de outros locais depositam sujeira neste espaço.

De acordo com a dona de casa, Paula Giovana Resende Caetano, o lixo se concentra em alguns pontos. Na frente da casa dela existe um monte com restos de materiais de construção, papeis, sacolas, entre outros objetos depositados em espaço irregular. “Próximo a minha casa nunca jogaram animal morto, mas em outros pontos isso acontece com frequência, e os vizinhos reclamam do mal cheiro. Onde eu moro, o que mais me incomoda são os ratos e baratas que entram em casa”, relata a moradora.

Paula destaca também que o terreno baldio gera insegurança. Ela revela que não gosta de caminhar a noite sozinha, pois teme a ação de algum bandido, e um espaço desse cheio de mato e árvores, se torna um ótimo esconderijo. Neste sentido, uma outra moradora do local, a dona de casa, Ângela Maria Marques Sousa, conta que usuários de drogas ficam nas redondezas.

“Por ser escuro e com muito mato, muitos usuários ficam por perto, e temos medo que façam algo. Quanto a sujeira isso também me incomoda, minha casa está cheia de aranha e é por conta do lixo. O terreno já esteve em situações piores, agora a sujeira não é tanta, isso porque os próprios moradores fazem a limpeza, alguns até ateiam fogo, mas a sujeira sempre volta. Acredito que a área não é pública, mas o proprietário deveria zelar mais pelo espaço, ou ser punido”, revela a moradora, que inclusive ouviu comentários pelo bairro de que seriam construídas casas neste terreno.

Diante da reclamação destes moradores, segundo o diretor do Departamento de Posturas Municipais, Renê Inácio de Freitas, os terrenos particulares identificados nesta rua são vistoriados rotineiramente e no caso das irregularidades encontradas relacionadas ao setor, os proprietários são atuados de acordo com a lei.

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