Escolas de todo o país vêm debatendo sobre como usar essa ferramenta para aprimorar a educação, sem que se transforme em um objeto que desvie a atenção dos alunos
Superintendência Regional de Ensino em Uberaba diz que o bom uso do celular como recurso didático e com o acompanhamento dos professores é uma medida interessante. Escolas de todo o país, públicas e privadas, vêm debatendo sobre como usar essa ferramenta para aprimorar a educação, sem que se transforme em um objeto que desvie a atenção dos alunos.
Na última semana, São Paulo sancionou lei que libera o uso de telefone celular em sala de aula para fins pedagógicos. Os estudantes dos ensinos fundamental e médio poderão utilizar os aparelhos em sala de aula, em atividades pedagógicas, orientadas por seus educadores.
Segundo a superintendente em Uberaba, Marilda Ribeiro, o uso desta ferramenta é uma boa alternativa desde que haja, no próprio regimento interno da escola, ou em uma legislação, uma orientação de que a utilização do celular como material didático seja dirigida por um professor, quando se perceber a necessidade.
Aliás, em Uberaba, uma professora da Escola Estadual Professora Corina de Oliveira recebeu premiação de um projeto bastante interessante sobre o uso didático dos celulares. “Atualmente no Estado não existe nenhuma legislação com proibição ou permissão do uso de celular para o aprendizado. A medida fica a cargo dos regimentos internos das escolas. O que nós orientamos é o uso disciplinar desta ferramenta”, explica Marilda.