Foto/Divulgação
A tristeza é inerente ao ser humano em alguns momentos da vida; a depressão é quando essa tristeza vem acompanhada de desânimo e outros sintomas
Os transtornos mentais surgem por alterações biológicas no cérebro e por alterações psicológicas e sociais. Por isso, quase sempre, é indispensável o emprego de medicamentos durante a crise e para evitar recaídas.
Segundo a psiquiatra Célia Almeida de Moura Peres, o diagnóstico vem se aprimorando. “Com as turbulências do mundo moderno e a crescente autoexigência do ser humano, desdobrando-se em várias funções, vem ocorrendo, também, um aumento real desses distúrbios como um todo. Sabemos que os transtornos de humor são de alta prevalência. No entanto, ocorre uma vulgarização do diagnóstico de depressão”, explica.
A tristeza é inerente ao ser humano em alguns momentos da vida, mas depressão é quando essa tristeza vem acompanhada de desânimo e outros sintomas, por tempo mais prolongado, com prejuízo do dia a dia do paciente. “Nesses casos, é importante o tratamento psiquiátrico e multiprofissional”, afirma Célia. Já a síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade, com crises recorrentes. “Além da alta ansiedade, há sintomas como taquicardia, falta de ar, pico hipertensivo, dores migratórias, desconforto gastrointestinal e sensação de morte iminente ou medo de enlouquecer. É necessário um acompanhamento psiquiátrico sistemático”, alerta.
Para a profissional, é fundamental cuidar da mente, procurando prazer e satisfação em pensamentos, sentimentos e ações, para ter melhor qualidade de vida, profissional, familiar e social.