ESPORTE

Criticada por fãs, asa móvel será ainda mais forte com novas regras da F-1

Há anos, o chefe da parte técnica da Fórmula 1, Ross Brawn, se diz contrário à asa traseira móvel e garante que quer se livrar do dispositivo

Folhapress
Publicado em 30/01/2019 às 21:09Atualizado em 17/12/2022 às 17:45
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Há anos, o chefe da parte técnica da Fórmula 1, Ross Brawn, se diz contrário à asa traseira móvel e garante que quer se livrar do dispositivo. No entanto, o chamado DRS não só vai permanecer nos carros nesta temporada, como se tornará de 25% a 30% mais poderoso. 

Usado desde a temporada de 2011, o dispositivo nunca foi popular entre os fãs, por ser considerado uma forma artificial de criar emoção nas corridas. O DRS serve para aumentar a velocidade do carro por meio da mudança do ângulo de uma das lâminas da asa, diminuindo a resistência ao ar.

Ainda que Brawn queira se livrar do dispositivo, a F-1 está tentando aumentar as chances de ultrapassagens com mudanças nos carros nesta temporada. Então, a vontade do chefe terá de esperar pelo menos até 2021, quando um novo conjunto de regras será adotado. Neste ano, o DRS vai se tornar mais poderoso, por conta das novas dimensões das asas, algo pensado para diminuir a dependência aerodinâmica e permitir que um carro siga o outro mais de perto. 

Ter um DRS mais efetivo, contudo, não quer dizer que as ultrapassagens ficarão fáceis demais e o trabalho da FIA é entender qual o tamanho exato de cada zona de ativação da asa para permitir que os pilotos cheguem na freada dividindo a curva – e não que a ultrapassagem aconteça facilmente em plena reta.

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