O britânico foi encontrado sem vida em seu quarto de hotel em Melbourne, na Austrália
O diretor de provas da Fórmula 1, Charlie Whiting, de 66 anos, morreu em decorrência de uma embolia pulmonar nesta quinta-feira (14). O britânico foi encontrado sem vida em seu quarto de hotel em Melbourne, na Austrália.
Whiting era o último remanescente do time que Bernie Ecclestone levou consigo da Brabham, time que dirigiu nos anos 70 e 80, para o comando da Fórmula 1. Ele estava na categoria em 1977, na extinta equipe Hesketh, e nos anos 80 foi para a Brabham e trabalhou com Nelson Piquet na conquista de seu bicampeonato com o time inglês. Em 1988, ele se juntou à FIA (Federação Internacional de Automobilismo), primeiro como delegado técnico, e depois como diretor de provas.
"É com uma tristeza imensa que fui informado do falecimento repentino de Charlie. Conheço-o há muitos anos e ele foi um grande diretor de provas, uma figura central na F-1, que encarnava a ética e o espírito deste esporte. A Fórmula 1 perdeu um amigo fiel e um embaixador carismático", disse o presidente da FIA, Jean Todt.