Argentino superou Cristiano Ronaldo e Van Dijk na disputa promovida pela Fifa
Lionel Messi, 32, foi eleito ontem o melhor jogador do mundo pela sexta vez e tornou-se o maior vencedor do troféu no futebol. O argentino do Barcelona volta a ser escolhido para o prêmio após quatro temporadas e quebra o domínio recente de seu maior concorrente, Cristiano Ronaldo. Também concorreu ao prêmio o zagueiro Van Dijk, 28, do Liverpool.
Cristiano, 34, venceu duas das últimas três eleições (2016 e 2017), todas elas atuando pelo Real Madrid. Em 2018 o vencedor foi o também merengue, Luka Modric, então vice-campeão mundial com a Croácia.
A cerimônia de premiação do The Best 2019 aconteceu no Teatro alla Scala, em Milão, na Itália. Votaram os técnicos das seleções nacionais, seus capitães e jornalistas esportivos de diferentes países.
Com o prêmio, Messi desempata a disputa com Cristiano pelo título de mais vezes escolhido melhor jogador do mundo. O primeiro deles a ser eleito foi o português, em 2008. O argentino venceu em 2009, iniciando uma sequência quatro títulos seguidos. Com quatro vitórias em seis anos (2013, 2014, 2016 e 2017), Cristiano Ronaldo conseguiu empatar a disputa com Messi em cinco prêmios para cada.
Mulheres. Entre as mulheres, quem ficou com o título de melhor do mundo foi Megan Rapinoe, 34, dos Estados Unidos. Ela é uma das líderes da seleção campeã do mundo em 2019 e ícone na luta por direitos iguais. Apesar de não ter concorrido, Marta, 33, ficou na seleção do ano.
Brasileiros. Alisson, 26, da Seleção Brasileira e do Liverpool, foi eleito melhor goleiro. O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, integrou a seleção da Fifa. A brasileira Silvia Grecco ficou com o inédito título de torcedora do ano. Palmeirense, ela leva seu filho adotivo Nickollas, que tem autismo e é deficiente visual, para as arquibancadas do Allianz Parque e narra os jogos para ele.