Este será um ano fundamental na preparação para os Jogos, principalmente com o Mundial em Gwangju, na Coreia do Sul, em julho
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Gabriel Santos, de 22 anos, é uma das principais promessas do Brasil
No início do mês, os oito velocistas mais rápidos da natação brasileira se reuniram no Rio de Janeiro para treinamentos voltados à prova de revezamento 4 x 100 nado livre. Desses atletas, cinco têm no máximo 22 anos. Eles compõem uma nova geração da natação masculina do país, que já se destaca em competições internacionais e deve evoluir até a Olimpíada de Tóquio-2020.
Este será um ano fundamental na preparação para os Jogos, principalmente com o Mundial em Gwangju, na Coreia do Sul, em julho. "Hoje o Brasil tem um grupo de atletas muito poderoso nas provas de velocidade. Queremos criar um sentido de que cada um tem que nadar pelo outro, que todos estão nadando pelo país", disse Jorge Bichara, diretor do Comitê Olímpico do Brasil.
O revezamento 4 x 100 livre brasileiro fez o melhor tempo do mundo em 2018, durante a disputa do campeonato Pan-Pacífico. Participaram da prova Gabriel Santos, 22, Pedro Spajari, 21, Marco Antônio Ferreira Júnior, 21, e Marcelo Chierighini, 28.
Em dezembro, no Mundial de piscina curta (25 m) na China, o destaque ficou por conta do revezamento 4 x 200 livre, que conquistou a medalha de ouro e bateu o recorde mundial. Na equipe, estavam Breno Correia, 19, Fernando Scheffer, 20, Luiz Altamir, 22, e Leonardo de Deus, 28.
Mas nem só dos revezamentos vive a renovação da natação brasileira. Spajari e Santos, por exemplo, fizeram o quarto e o quinto melhores tempos do mundo em 2018 nos 100 m livre. Scheffer, o quarto melhor nos 200 m.
Além disso, atletas mais novos têm buscado espaço em diferentes provas olímpicas. Guilherme Costa é especialista em longas distâncias (800 m e 1.500 m livre). Caio Pumputis e Brandonn Almeida se destacam no nado medley, Vinicius Lanza, no borboleta, e Gabriel Fantoni, no costas.