A diretoria alviverde sabe que o atleta desperta o interesse do futebol chinês desde dezembro
Cesar Greco/Palmeiras
Bruno Henrique pode deixar o Palmeiras rumo ao Tianjin Teda, da China
O Palmeiras não dá a saída de Bruno Henrique como certa. A diretoria alviverde sabe que o atleta desperta o interesse do futebol chinês desde dezembro, mas mantém conversas diárias com os empresários do atleta e ouviu que tudo não passa de uma sondagem.
Desde o ano passado, a diretoria estuda uma nova proposta de renovação ao meio-campista, mas as conversas ainda não avançaram. Quando voltou ao Brasil, em junho de 2017, o atleta ainda pensava em fazer uma carreira fora do país. Por isso, colocou como condição que a multa rescisória fosse no valor de seis milhões de euros, o dobro do que o clube pagou ao Palermo, da Itália, pela sua contratação.
O estafe de Bruno Henrique trata a proposta do Tianjin Teda como irrecusável. O clube chinês diz estar disposto a pagar a multa e oferece salário de mais de R$1,7 milhão. Na visão deles, é impossível que o Palmeiras tope chegar perto desse valor.
Enquanto acompanha o noticiário do interesse, o Palmeiras ainda se apoia na boa relação que tem com a OTB, o grupo de empresários de Bruno Henrique. Por isso, o clube espera que os agentes avisem, caso a conversa com os chineses avance.
Se optar por pagar a multa, o Tianjin Teda não precisa nem negociar com o Alviverde. Basta depositar o valor nas contas do time e acertar com o atleta.